Eis que escolho me vestir de vida
Saltitante de idas e vindas
Eis que escolho deixar meu peito a mercê
De dores pra sentir seus aliviamentos
De estímulos da terra e
Desestímulos do céu.
Eis que escolho o desacostume dos meus olhos
O susto, o espanto, o grito
O fundo e o ápice...
Que meu corpo não segura nenhum estímulo sonoro
E os olhos não seguram nenhuma água
Porque escolhi a vida e tudo que com ela vem de graça.
Que cortei todo o direito a indiferença.
Que vejo através da impressão.
Eis que escolhi me vestir de vida
Que não julgo nada por desnecessário
Que meu coração é viagem sem volta
De amor por tudo que ela possa me proporcionar
Porque a vida é movimento
Inclusive é cultivar a morte.
Eis que escolhi viver em amor comigo
E que isto significa me dar liberdade
Pra viver tudo é preciso,
E tudo que se vive é preciso.
Saltitante de idas e vindas
Eis que escolho deixar meu peito a mercê
De dores pra sentir seus aliviamentos
De estímulos da terra e
Desestímulos do céu.
Eis que escolho o desacostume dos meus olhos
O susto, o espanto, o grito
O fundo e o ápice...
Que meu corpo não segura nenhum estímulo sonoro
E os olhos não seguram nenhuma água
Porque escolhi a vida e tudo que com ela vem de graça.
Que cortei todo o direito a indiferença.
Que vejo através da impressão.
Eis que escolhi me vestir de vida
Que não julgo nada por desnecessário
Que meu coração é viagem sem volta
De amor por tudo que ela possa me proporcionar
Porque a vida é movimento
Inclusive é cultivar a morte.
Eis que escolhi viver em amor comigo
E que isto significa me dar liberdade
Pra viver tudo é preciso,
E tudo que se vive é preciso.
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